August 2011
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Algumas vezes, algumas vezes sobre a chuva na rua
Não há reflexo nas poças no escuro, não há abrigo em cidades com poucos prédios. Entrelaçados, cobrem parte do céu onde as pessoas vivem. Se vivem ou não é mera semântica, respiram é fato.
Insistem, galgam um pedaço do toldo, se espremem. Tudo se resolve. A chuva cai, as pessoas com guarida se encolhem enquanto os desabrigados de tudo acordam, correm.
A noite endurece; chuva e frio disputam...
December 2010
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No início era trevas...
Voltei a escrever…
Da mesma maneira que vou, fico. De outra forma não repetiria. Passaria não tão livremente por todas as coisas com receio, cheiro e gosto me dariam ânsia. Então volto, seja a teimosia do redescobrimento ou o saudosismo já latente esperando um pequena oportunidade.
E esse brecha onde estaria no labirinto? Não posso dimensiona-la, não ainda. Não falei que existiria um...
June 2008
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O deslumbramento com as coisas belas revela o que nós somos e o que podemos ser
– Gilberto Dimenstein
a vantagem de ter que escrever pouco é não precisar justificar muito as coisas
– Camarada Moderado
Fomos ao Cinema →
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Bêbado e nu, ainda discou 911
31 anos, aproveitar o fim de semana e deixar as besteiras de lado, as bobagens do cotidiano. Sei que não fiz muita coisa que queria; olho pra minha vida, antes era uma subida íngrime e desafiadora, agora eu tenho taquicardia de subir as escadas do shopping. Bem, sair e curtir: vamos lá.
(Algumas horas mais tarde)
“Burp, alooooou? hic…”
“Alô! Qual o problema,...